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domingo, 16 de janeiro de 2011

Morte: por quê esta palavra aterroriza tanto os pensamentos dos seres humanos?





Todos os dias ouvimos falar sobre a morte no rádio, na TV, pela internet e entre tantos outros meios de comunicação a morte é abordada e há quem diga que está acostumado com tal notícia. A palavra morte para a maioria das pessoas tem um significado aterrorizante e é vista como um mistério. O fato é que a única coisa que temos 100% de certeza é que algum dia iremos morrer e isso é tão natural quanto a nossa existência. Mas será que podemos encarar a morte como um processo natural?
Há pessoas que não pensam na morte pelo fato de não aceitarem que algum dia irão partir. Conheço pessoas que não gostam de falar desse assunto, talvez pelo fato de causar grande angústia e sofrimento a ponto de não pensarem sobre esta questão. No entanto, há outros que aceitam este processo sem temê-la ou negá-la e geralmente são pessoas que tem algum tipo de crença. Mas na realidade é que esta palavra nos causa medo e muitos buscam respostas na religião e outros criam suas próprias teorias para encarar esta questão.
Hoje vivemos numa sociedade extremamente consumista onde a busca da eterna beleza e juventude chega a ser doentia e por meio de tudo isso gera o apego que muitas vezes causa tristeza e uma espécie de “vazio”por saber que algum dia irão morrer. Por mais que a medicina avance todos nós deixaremos de existir algum dia.
Eu, particularmente, sei que falar sobre a morte é um assunto tão complexo que talvez nunca chegaremos a uma definição. Mas tenho em mente que a morte faz parte da vida e procuro encará-la com naturalidade mesmo sabendo o quanto é triste perder alguém que se ama ou simplesmente saber que eu algum dia deixarei de existir. Devemos saber que o que realmente importa na vida não são coisas materiais que adquirimos, mas sim aprender a viver positivamente e ser solidário com o próximo. Pois já dizia o sábio Dalai Lama: “Quando morremos, nada pode ser levado conosco, com a exceção das sementes lançadas por nosso trabalho e do nosso conhecimento.”
A morte é um processo natural da vida e não devemos fazer disso um drama . Devemos sim compreendê-la e aprender a conviver com este fato, que é tão natural quanto nascer.
E você, o que pensa sobre a morte? Deixe seu comentário.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

DEPRESSÃO PÓS-PARTO


A depressão pós-parto é um transtorno que se refere a crises depressivas e que atinge mulheres de diversas culturas e países. É ainda uma problemática pouco discutida em nosso país, sendo que no Brasil há um percentual elevado do transtorno.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Nunca é tarde para refletirmos



William Shakespeare -Um dia Você Aprende




Narração: Moacir Reis

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve. Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elasdo que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.
William Shakespeare

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

TDAH significa Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

Geralmente os portadores de TDAH são chamados de preguiçosos, mal-educados, avoados, irresponsáveis ou rebeldes, mas na realidade possuem um funcionamento cerebral diferente. Os circuitos neuronais associados com o transtorno incluem o córtex pré-frontal, gânglios da base e cerebelo - isso explica o comportamento mais impulsivo e desatento dos portadores de TDAH. Mas afinal, o que significa TDAH?

Sensação e percepção

O documentário “Quem Somos Nós” aborda diversos temas relacionados à vida humana e como esta se relaciona com o meio em que vivemos, inclusive o fator existencial. Em uma das cenas, o assunto tratado é a sensação e a percepção da personagem. Amanda, personagem principal do documentário, está sonhando com um índio olhando o horizonte. A presente cena faz uma analogia à Cristóvão Colombo, quando este chegou ao Caribe e nenhum nativo conseguia enxergar os navios, embora estivessem no horizonte. A razão de não terem enxergado os nativos era porque seus cérebros nunca tinham tido conhecimento que existissem tais embarcações, nunca registraram essas imagens. O chefe da tribo começa a notar ondulações no oceano. Mesmo não vendo os navios, imagina o que poderia estar causando aquilo. Então ele começou a olhar todos os dias. Depois de um certo tempo, ele conseguiu ver os navios. E quando ele enxerga os navios, todos que confiavam nele passaram a ver também. Quando os nossos receptores sensoriais dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da pele, da boca, etc, captam os estímulos, o cérebro busca em nossos “arquivos mentais” uma interpretação do que é captado pelos órgãos dos sentidos. O índio percebeu as ondulações no oceano, mas seu cérebro tentava organizar essas sensações para buscar uma representação mental de um estímulo percebido. É através da sensação e da percepção que percebemos o mundo, como também por meio das nossas experiências que criamos expectativas e motivos para identificar algo. Por exemplo, se avistássemos um barco no horizonte, nós recorreríamos às nossas experiências vividas para interpretar os dados. Sendo assim, depois de observar as “ondulações” por diversos dias, o índio conseguiu enxergar o barco, através dos receptores neurais especializados nos órgãos dos sentidos, que passaram os impulsos para os neurônios conectores que receberam o estímulo. Assim o barco foi codificado pelos neurônios na retina do olho e interpretado. A cena abordada é um exemplo que as vezes não conseguimos entender o que de fato existe, pois é através da sensação e da percepção que o ser humano se conecta com o mundo físico e psicológico; dependemos também do meio ambiente em que vivemos para interpretar tais informações. As pesquisas realizadas desses processos são importantes para se entender a natureza do conhecimento humano. Mas é possível que nossos olhos enxerguem mais do que o nosso cérebro tenha a capacidade de conscientemente projetar? Nós recebemos milhões de informações e o cérebro organiza dados visuais rapidamente e automaticamente sem que tenhamos consciência disso, muitas dessas informações acabam sendo descartadas e ficamos limitados pelo o que o cérebro vê. Estudam-se anos sobre um mesmo assunto, mas ainda há dúvidas a respeito dos nosso comportamento, sentimentos e pensamentos. Como somos sempre observados pela ciência, sabemos que cientistas do mundo todo se dedicam em pesquisas para desvendar os segredos da mente humana, sendo que o cérebro humano ainda é o órgão mais complexo conhecido pelo homem. Apesar desse mistério, a ciência tem se esforçado e contribuído para que psicólogos trabalhem com diversos tipos de análises. Mas ainda há uma pergunta no ar, talvez a mais intrigante: Como nós conhecemos o mundo? Por enquanto não temos uma resposta concreta, ainda temos que buscar respostas comprovadas pela ciência.

terça-feira, 13 de julho de 2010

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Pense nisso...


"Você,que é professor,procure modelar seus alunos com seu próprio exemplo.
O exemplo vale mais do que as palavras.
Tenha paciência,responda de boa mente a todas as perguntas,porque os alunos são muito receptivos e ansiosos de aprender.
Dê tudo o que pode,entregue-se à sua profissão como um sacerdócio dos mais sublimes,e tenha a alegria de ver jovens que trabalharão em benefício de todos,e que foram formados por você."


Fonte: Minutos de Sabedoria C.Torres Pastorino